Quem somos
Acreditamos que a transformação é um processo construído ao longo do cuidado terapêutico, sustentado pela escuta, pelo vínculo e pelo tempo. Reconhecemos a potência da terapia porque também atravessamos nossos próprios processos e sabemos que as mudanças mais profundas acontecem quando há espaço para reflexão, elaboração e sentido. É a partir dessa vivência que nos colocamos ao lado de cada pessoa, acompanhando com responsabilidade, presença e sensibilidade seus caminhos de transformação.
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Diventare vem do verbo tornar-se. Somos uma clínica que acredita na mudança possível, no cuidado ético e no potencial singular de cada pessoa para construir uma existência mais autêntica, consciente e protagonista de sua existência.
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Nosso trabalho integra conhecimento técnico, compromisso científico e acolhimento humano.
Oferecemos uma psicologia clínica fundamentada, que reconhece a escuta ativa como elemento central do processo terapêutico e respeita a singularidade de cada trajetória.
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A psicologia clínica é importante porque oferece um lugar ético e seguro onde a pessoa pode se escutar, dar sentido à própria história e compreender seus modos de existir. Por meio da escuta ativa e sensível, o processo terapêutico possibilita que experiências, afetos e conflitos sejam acolhidos e trabalhados com responsabilidade, respeitando a singularidade de cada trajetória.
A terapia também se mostra essencial por reconhecer que o sofrimento humano não é algo a ser corrigido rapidamente, mas compreendido. É nesse espaço que a pessoa pode construir novas formas de se relacionar consigo, com o outro e com o mundo, tornando-se mais consciente e protagonista de sua própria existência.
Por que fazer terapia?
Na Diventare, acolhemos histórias em movimento.
Cada passo é parte do processo de se tornar quem você é.
Terapia cognitivo comportamental, tratamento de ansiedade, depressão e autoconhecimento.
Ansiedade
O artigo discute a ansiedade contemporânea a partir da Terapia Cognitivo-Comportamental, articulando fatores cognitivos e comportamentais com a lógica social da hiperprodutividade e da comparação constante. Ao dialogar com Jonathan Haidt e Byung-Chul Han. Esse tema foi estudo da Psicóloga Aline Nogueira.
Trauma
TEPT
Depressão
Uma reflexão aprofundada sobre a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) no tratamento da depressão, compreendendo o transtorno para além da tristeza e considerando suas dimensões cognitivas, emocionais e relacionais. Ao abordar os principais tipos de depressão, os fundamentos do modelo cognitivo e as contribuições contemporâneas de Andrew Solomon e Gabor Maté, o texto propõe um olhar clínico sensível e baseado em evidências, que reconhece a história de vida, as experiências precoces e o sofrimento subjetivo como elementos centrais do processo terapêutico.
Tratamento de TDAH
Autoconhecimento
& Personalidade
O autoconhecimento envolve compreender os próprios padrões de pensamento, emoção e comportamento. Nesse sentido, o modelo Big Five, desenvolvido por pesquisadores como Robert R. McCrae e Paul T. Costa Jr., descreve a personalidade a partir de cinco dimensões principais: abertura à experiência, conscienciosidade, extroversão, amabilidade e neuroticismo. Conhecer esses traços ajuda a pessoa a entender melhor suas tendências e a desenvolver maior consciência sobre suas escolhas e comportamentos.
Terapia Cognitivo Comportamental
O trauma psicológico ocorre quando uma experiência ultrapassa a capacidade de adaptação emocional do indivíduo, gerando impactos duradouros na forma como a pessoa percebe segurança, regula emoções e reage ao ambiente. Segundo Bessel van der Kolk, o trauma não permanece apenas como uma lembrança do passado, mas pode se manifestar no corpo e no cotidiano por meio de hipervigilância, ansiedade, dificuldade de concentração e reações intensas a determinados estímulos. Dessa forma, compreender o trauma envolve reconhecer seus efeitos tanto na mente quanto nas respostas fisiológicas e emocionais do indivíduo.
Estilos de
Apego e Relações
Este artigo aborda que o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) é um transtorno do neurodesenvolvimento caracterizado por padrões persistentes de desatenção e/ou hiperatividade-impulsividade que interferem no funcionamento acadêmico, profissional e social. Embora frequentemente associado à infância, o TDAH pode persistir ao longo da vida, manifestando-se de formas diversas e, muitas vezes, menos estereotipadas do que se imagina. Compreender seus tipos e a amplitude de seu espectro é um desafio tanto diagnóstico quanto clínico.
Relacionamentos
Abusivos
É uma abordagem psicoterapêutica estruturada que busca compreender e modificar a relação entre pensamentos, emoções e comportamentos. Desenvolvida por Aaron T. Beck, a TCC parte do princípio de que interpretações distorcidas da realidade podem gerar sofrimento emocional e padrões comportamentais disfuncionais. Por meio de técnicas como reestruturação cognitiva, experimentos comportamentais e desenvolvimento de habilidades de enfrentamento, a terapia auxilia o indivíduo a identificar pensamentos automáticos, questionar crenças disfuncionais e construir formas mais adaptativas de lidar com as situações do cotidiano.
Famílias
Disfuncionais
Os estilos de apego influenciam profundamente a forma como as pessoas constroem e vivenciam suas relações ao longo da vida. A partir dos estudos de John Bowlby e Mary Ainsworth, compreende-se que as primeiras experiências de cuidado e vínculo moldam expectativas sobre segurança, proximidade e confiança nos relacionamentos. Assim, padrões de apego como seguro, ansioso ou evitativo, podem impactar a maneira como o indivíduo lida com intimidade, comunicação emocional e conflitos, influenciando a qualidade e a estabilidade das relações afetivas na vida adulta.
Relacionamentos abusivos são caracterizados por padrões de controle, manipulação e desrespeito que comprometem a autonomia e o bem-estar emocional de uma das partes. Esse tipo de relação pode envolver violência psicológica, como desqualificação, chantagem emocional, isolamento social e distorção da realidade (fenômeno frequentemente chamado de Gaslighting). Com o tempo, essas dinâmicas podem afetar a autoestima, a percepção de valor pessoal e a capacidade de tomar decisões. Reconhecer esses sinais é um passo importante para interromper ciclos de violência e buscar relações baseadas em respeito, segurança e reciprocidade.
Famílias disfuncionais são aquelas em que padrões recorrentes de comunicação, cuidado e convivência dificultam o desenvolvimento emocional saudável de seus membros. Nesses contextos, podem ocorrer negligência afetiva, conflitos constantes, inversão de papéis ou ausência de limites claros, o que impacta a formação da identidade, da autoestima e da forma como o indivíduo estabelece relações ao longo da vida. Segundo a Teoria do Apego, desenvolvida por John Bowlby, experiências familiares marcadas por instabilidade ou insegurança podem influenciar a maneira como a pessoa percebe confiança, proximidade e segurança emocional nos relacionamentos futuros.

